
Nome:Márcia nick Sussa
Niver:05/06/
Eu gosto... EU GOSTO...da lua, montanha, praia,de estar cheirosa,de ser valorizada, elogiada, ser bem tratada, ser ouvida. Gosto de churrasco, de chuva a noite, de caminhar na chuva ,de um sorriso sincero,dos meus cabelos molhados, ver filmes de ação comendo chocolate e jogando almofadas em cima dele só pra incomodar, da magia da net,tomar agua de coco e passear com meus bichinhos de estimação, namorar beijar muito na boca,sou gata manhosa,dengosa,romantica,!!!!
Eu não gosto...EU ODEIO....sentir dor, chorar, falsidade, mesquinharia,que me acordem balançando,que fiquem me cutucando enquanto falam, que me prendam, ficar doente, me sentir traída, que me pressionem, apressem... de sentir ciumes , odeio sentir ciumes
EU JÁ ...Conversei sozinha, já fiz muita bagunça em sala de aula,pulei muro de escola, entrei de fininho em casa para não acordar minha mãe depois de uma noite dançando , colei em prova, fiquei de castigo sem ser culpada, menti, ri quando devia chorar, paguei mico, ensaiei cena em frente ao espelho, me decepcionei, senti vontade de sumir, senti vontade de amar mas não foi possível, perdi oportunidades e perdi batalhas mas nada que não me fizessem levantar no dia seguinte e seguir em frente ..sempre acreditando que tudo aquilo que eu desejo pode ser possivel!
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Vida e Poesia!
A lua projetava o seu perfil azul sobre os
velhos arabescos das flores calmas.
A pequena varanda era como o ninho futuro
E as ramadas escorriam gotas que não havia.
Na rua ignorada anjos brincavam de roda...
– Ninguém sabia, mas nós estávamos ali.
Só os perfumes teciam a renda da tristeza
Porque as corolas eram alegres como frutos
E uma inocente pintura brotava do desenho das cores
Eu me pus a sonhar o poema da hora.
E, talvez ao olhar meu rosto exasperado
Pela ânsia de te ter tão vagamente amiga
Talvez ao pressentir na carne misteriosa
A germinação estranha do meu indizível apelo
Ouvi bruscamente a claridade do teu riso
Num gorjeio de gorgulhos de água enluarada.
E ele era tão belo, tão mais belo do que a noite
Tão mais doce que o mel dourado dos teus olhos
Que ao vê-lo trilar sobre os teus dentes como um címbalo
E se escorrer sobre os teus lábios como um suco
E marulhar entre os teus seios como uma onda
Eu chorei docemente na concha de minhas mãos vazias
De que me tivesses possuído antes do amor.
Autor: Vinícius de Moraes



